domingo, 8 de janeiro de 2017

O The Voice Kids está na área, gente!


Ano passado, eu critiquei o The Voice Kids antes mesmo de o programa começar por conta das repetições de Ivete Sangalo e Carlinhos Brown nos programas da Globo. Por mais a dupla baiana seja maravilhosa, não é possível que não existam outros artistas para serem técnicos dos realities da emissora. Quebrei a cara. A versão mirim do The Voice foi sensacional e logo eu mesmo esqueci o motivo de minha queixa. Portanto, calo-me e espero ansioso que a segunda temporada iniciei, daqui a pouco, logo depois a Escolinha do Professor Raimundo.
Ivete, Calinhos e a dupla Victor & Leo voltam a ocupar novamente as cadeiras vermelhas. André Marques assume o comando da atração, no lugar de Tiago Leiffert, e tendo a escritora Thalita Rebouças como parceira. “Eu já amava o programa como espectador. E agora descobri que me emociono e me divirto na mesma proporção, o que é muito legal. A turminha é da pesada, não vai ser moleza não”, confessa André. “Me apaixonei pelo programa quando vi e agora, depois de gravar, a paixão é ainda maior. E como foi bonitinho encontrar vários fãs e leitores entre os candidatos. Vai ser lindo”, comenta Thalita.

A SEGUNDA TEMPORADA

Nas Audições às Cegas, cada técnico terá a difícil missão de escolher 24 vozes. Os candidatos, com idades entre 9 e 15 anos, se apresentam e são avaliados apenas pela sua voz. Os técnicos viram suas cadeiras e montam os três times: Time Ivete, Time Brown e Time Victor & Leo. Se mais de um técnico escolher o mesmo candidato, quem escolhe com quem quer trabalhar é o próprio jovem talento. Depois da primeira fase o público poderá acompanhar as Batalhas, os Shows ao Vivo’, a Semifinal e a Grande Final, em que o campeão do The Voice Kids sairá com o prêmio de R$ 250 mil e um álbum gravado pela Universal Music. 
Os técnicos também endossam o discurso de que as novas vozes prometem um show à parte. “As crianças que se apresentam aqui têm nível artístico cada vez mais alto e mostram que têm estudado. Estudar as técnicas é fundamental para que a prática se torne intuitiva. O programa é uma potencialização do nosso contato com as crianças e acho que isso foi nova carga de oxigênio para as novas gerações nos conhecerem”, conta Victor. “Agora a gente montou um trio: Victor, Leo e Kids. Em cada show, temos crianças na plateia e o carinho deste público só aumentou. Isso abrilhanta, traz energia”, completa Leo. “O The Voice Kids é uma iniciação e o melhor é poder trazer um pouco da nossa experiência. Esses talentos que são apresentados tiram uma dúvida enorme sobre para onde está indo a música. Aqui, a gente enxerga como é forte a cultura brasileira”, aponta Brown.
 Ivete conta que o convívio com os jovens é um dos principais fatores do reality musical. “Fazer o programa é viver esse sonho com as crianças, que ficará na memória afetiva delas, e de ter a sensação de coração transbordando. Quando a criança começa a cantar, você começa a colecionar razões para escolher. As vozes são lindas e dá vontade de virar para todos. Mas nosso objetivo vai além: é fortalecer essas crianças, independente do que vai acontecer aqui. Sou com eles como sou com meus filhos: honesta, verdadeira e incentivadora”, define a cantora.


Foto: Globo/João Miguel Jr.

... E vamos à entrega do Globo de Ouro 2017

O lindo troféu, Jimmy, Rubens & Domingas e Giuliana

Hoje (domingo 8) meu coração já começa a bater mais forte com a entrega dos Golden Globe Awards 2017, que mapeia todo o caminho até a entrega do Oscar, no dia 26 de fevereiro. O humorista e apresentador do The Tonight Show, Jimmy Fallon, comandará a divertida cerimônia que reconhecerá os melhores da TV e do cinema ao vivo, direto de Los Angeles. O canal a cabo TNT transmitirá a cerimônia a partir das 22h, com tradução simultânea e exibição também pela TNT Go. Domingas Person, acompanhada pelo crítico de cinema Rubens Ewald Filho, comandará a cobertura. O Globo de Ouro 2017 terá reprise legendada na segunda 9, às 16h. 
Confesso que estou por fora e quase não vi os filmes indicados, por isso, fica difícil fazer apostas. Eu assisti apenas os ótimos A Qualquer Custo (na categoria Drama), Animais Noturnos (que deu a indicação de Melhor Diretor e Roteiro a Tom Ford) e Deadpool (como Comédia/Musical). Mas eles não são os favoritos. A divina Meryl Streep vai receber o troféu Cecil B. De Mille, em homenagem à sua carreira. E olha que a danada está indicada a Atriz de Cómédia/Musica pelo filme Florence: Quem é Essa Mulher?.
Já na parte televisiva do prêmio, estou mais antenado. Assisti quatro das cinco apontadas a Melhor Série Dramática e apesar de Westworld, Game of Thrones, Stranger Things serem ótimas, espero que The Crown leve o prêmio, já que a sensacional Black Mirror não foi nominada. 
O canal E! vai transmitir os programas Ao Vivo do Tapete Vermelho e Fashion Police para não perder nenhum lance da 74ª edição do Globo de Ouro. Direto do red carpet, Ryan Seacrest e Giuliana Rancic farão entrevistas exclusivas com as estrelas da noite. E, depois da cerimônia, eles ainda irão cobrir a festa reunindo os astros vitoriosos e derrotados. Já a edição especial do Fashion Police dedicada ao Globo de Ouro vai ao ar na terça 10. Mas vamos aos indicados:



CINEMA

Manchester à Beira-MarLa La Land: Cantando Estações,
Amy Adams em A Chegada e o diretor e roteirista Tom Ford


MELHOR DRAMA
Até o Último Homem
A Qualquer Custo
Lion
Manchester à Beira-Mar
Moonlight

MELHOR COMÉDIA OU MUSICAL
20th Century Women
Deadpool
Florence: Quem é Essa Mulher?
La La Land: Cantando Estações
Sing Street

MELHOR DIRETOR
Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações)
Tom Ford (Animais Noturnos)
Mel Gibson (Até o Último Homem)
Barry Jenkins (Moonlight)
Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar)

MELHOR ATOR EM DRAMA
Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar)
Joel Edgerton (Loving)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)
Denzel Washington (Fences)

MELHOR ATRIZ EM DRAMA
Amy Adams (A Chegada)
Jessica Chastain (Miss Sloane)
Isabelle Huppert (Elle)
Ruth Negga (Loving)
Natalie Portman (Jackie)

MELHOR ATOR EM COMÉDIA OU MUSICAL
Colin Farrell (O Lagosta)
Ryan Gosling (La La Land: Cantando Estações)
Hugh Grant (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Jonah Hill (Cães de Guerra)
Ryan Reynolds (Deadpool)

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA OU MUSICAL
Annette Bening (20th Century Women)
Lily Collins (Rules Don't Apply)
Hailee Steinfeld (The Edge of Seventeen)
Emma Stone (La La Land: Cantando Estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é Essa Mulher?)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mahershala Ali (Moonlight)
Jeff Bridges (A Qualquer Custo)
Simon Helberg (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Dev Patel (Lion)
Aaron Taylor Johsnon (Animais Noturnos)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Viola Davis (Fences)
Naomie Harris (Moonlight)
Nicole Kidman (Lion)
Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo)
Michelle Williams (Manchester à Beira-Mar)

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
Divines
Elle
Neruda
The Salesman
Toni Erdmann

MELHOR ANIMAÇÃO
Moana - Um Mar de Aventuras
Ma Vie de Courgette
Kubo e as Cordas Mágicas
Sing - Quem Canta Seus Males Espanta
Zootopia

MELHOR ROTEIRO
Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações)
Tom Ford (Animais Noturnos)
Barry Jenkins (Moonlight)
Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar)
Taylor Sheridan (A Qualquer Custo)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Can't Stop The Feeling (Trolls)
City of Stars (La La Land: Cantando Estações)
Faith (Sing - Quem Canta Seus Males Espanta)
Gold (Gold)
How Far I'll Go (Moana - Um Mar de Aventuras)

MELHOR TRILHA SONORA
Moonlight
La La Land: Cantando Estações
A Chegada
Lion
Estrelas Além do Tempo




TV

The Crown, The People Vs. O.J. Simpson, 
Thandie Newton em Westworld e Transparent


MELHOR SÉRIE DE DRAMA
The Crown
Game of Thrones
Stranger Things
This is Us
Westworld

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Atlanta
Black-Ish
Mozart in the Jungle
Trasparent
Veep

MELHOR FILME PARA TV OU SÉRIE LIMITADA
American Crime
The Dresser
The Night Manager
The Night Of
The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Rami Malek (Mr. Robot)
Bob Odenkirk (Better Call Saul)
Matthew Rhys (The Americans)
Liev Schreiber (Ray Donovan)
Billy Bob Thornton (Goliath)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Caitriona Balfe (Outlander)
Claire Foy (The Crown)
Keri Russell (The Americans)
Winona Ryder (Stranger Things)
Evan Rachel Wood (Westworld)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Anthony Anderson (Black-Ish)
Gael Garcia Bernal (Mozart in The Jungle)
Donald Glover (Atlanta)
Nick Nolte (Graves)
Jeffrey Tambor (Transparent)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Rachel Bloom (Crazy Ex-Girlfriend)
Julia Louis-Dreyfus (Veep)
Sarah Jessica Parker (Divorce)
Issa Rae (Insecure)
Tracee Ellis Ross (Black-Ish)

MELHOR ATOR EM FILME PARA TV OU SÉRIE LIMITADA
Riz Ahmed (The Night Of)
Bryan Cranston (All The Way)
Tom Hiddleston (The Night Manager)
John Turturro (The Night Of)
Courtney B. Vance (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)

MELHOR ATRIZ EM FILME PARA TV OU SÉRIE LIMITADA
Felicity Huffman (American Crime)
Riley Keough (The Girlfriend Experience)
Sarah Paulson (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Charlotte Rampling (London Spy)
Kerry Washington (Confirmation)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Sterling K. Brown (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Hugh Laurie (The Night Manager)
John Lithgow (The Crown)
Christian Slater (Mr. Robot)
John Travolta (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Olivia Colman (The Night Manager)
Lena Headey (Game of Thrones)
Chrissy Metz (This is Us)
Mandy Moore (This is Us)

Thandie Newton (Westworld)

sábado, 7 de janeiro de 2017

Recado do Jorge: Escrava Mãe nasceu clássica


Na edição 904 de MINHA NOVELA eu cometi o sacrilégio de trocar nome de personagem e ator! Chamei o Miguel, de Escrava Mãe, de Pedro (Carvalho), que interpreta o herói da trama da Record. Mas esse vexame não diminui a minha admiração pela história de Gustavo Reiz, que chega ao fim na segunda 9. Foi uma das mais caprichadas produções da emissora. Cenários, figurinos, fotografia e maquiagem foram impecáveis. O enredo também não decepcionou e mesmo com as inúmeras edições para esticar a novela, o fio condutor não foi prejudicado! 
O elenco também foi bem eficiente de maneira, com Thais Fersoza (Maria Isabel), Roberta Gualda (Teresa), Bete Coelho (Beatrice), Zezé Motta (Tia Joaquina), Lidi Lisboa (Esméria), Antônio Petrin (Coronel Avelar) e Jussara Freire (Urraca) se destacando mais. O casal protagonista, Gabriela Moreyra (Juliana) e Pedro Carvalho (Miguel), tiveram alguns tropeços pelo caminho, mas fecham a história com atuações dignas. Até Fernando Pavão, que sempre achei fraco, teve aqui o melhor desempenho de sua carreira como o cruel Almeida. Bom sinal de que está evoluindo como ator.
Escrava Mãe nunca quis revolucionar o gênero, mas já nasceu clássica. Vamos, agora, rever A Escrava Isaura (2004), que a Record coloca ao logo ao fim de Escrava Mãe. Vai ser bacana seguir a saga da filha de Juliana e Miguel: a mitológica Escrava Branca, Isaura, vivida com categoria por Bianca Ribaldi, mas imortalizada por Lucélia Santos, na produção da Rede Globo de 1976! Parabéns a toda equipe vitoriosa de Escrava Mãe, que conquistou uma vaga na eleição de Melhor Novela de 2016, na 12ª edição do MAMN – Melhores do ano de MINHA NOVELA. Você pode votar pelo e-mail concursocultural@editoracaras.com.br e também em nossas redes sociais preenchendo esse formulário: https://goo.gl/forms/j3qns066eM6H8jgn2

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

... E nasce a mitológica Isaura, em Escrava Mãe



Escrava Mãe chega ao fim na segunda 9. Mas o capítulo da sexta 6 vai ser pra lá de especial, porque marca o nascimento da mitológica escrava Isaura. Embora não tenha completado os nove meses de gestação, Juliana (Gabriela Moreyra) começa a sentir as dores do parto. Para ajuda-la, Irani (Adriana Londoño) vai até o quilombo e, junto de Miguel (Pedro Carvalho), auxilia a jovem a dar à luz Isaura.
Prematuro, o parto complica, e Juliana se preocupa com a saúde da filha, pedindo a Miguel que, se precisar escolher, salve a vida da menina. Todos ficam apreensivos com os sinais de que algo não vai tão bem, mas, após grande esforço, Isaura nasce linda e cheia de saúde. Já Juliana demonstra cansaço extremo e mostra que está muito debilitada.
O que eles não imaginam é que Maria Isabel (Thais Fersoza) observa toda a cena de uma fresta na cabana, pronta para agir e determinada a se vingar do casal. Haja coração, minha gente!

Fotos: Edu Moraes/ Record TV

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Vida do campeão José Aldo ganha a tela da Globo




Eu não assistir ao filme Mais Forte Que o Mundo, dirigido por Afonso Poyart, que consagrou José Loreto como um dos destaques do ano passado no cinema. Por isso, o interesse pela minissérie Aldo - Mais Forte Que o Mundo, que a Globo exibe a partir de hoje (terça 3) é enorme. A obra segue uma narrativa que mistura dramaturgia, imagens documentais e entrevistas com a família, amigos e com o próprio José Aldo, o maior campeão de MMA de todos os tempos, que revelam os bastidores da aventura deste amazonense que conquistou o mundo. "A ideia central foi expandir ainda mais essa história. A minissérie traz para dentro do filme trechos documentais do José Aldo real, que são misturadas ao José Aldo interpretado pelo ator José Loreto. Há um momento muito especial, entre outros, quando a câmera segue Aldo, logo depois da vitória contra o Frankie Edgar, em 2016, e vemos, nos bastidores, a catarse emocional do lutador que acabada de sair do ringue, ao lado do técnico e toda sua equipe. São imagens fortes e comoventes quase nunca vistas pelo público", explica George Moura, que assina o roteiro da adaptação para a TV, ao lado de Poyart e Marcelo Rubens Paiva.
Moura enxerga na TV aberta uma excelente oportunidade para que essa trajetória vencedora, de um brasileiro que deu certo, possa ser vista pelo maior número de pessoas possíveis. "Construímos, a partir do filme de Poyart, um docudrama. Com isso podemos ver ainda melhor como aquela história, que já é incrível por si só, se torna ainda mais arrebatora quando se sabe que ela é uma história real, de um brasileiro que está vivo e em plena atividade. Já tivemos outras experiências recentes deste cruzamento de linguagens na TV com Gonzaga - De Pai para Filho, de Breno Silveira, Tim Maia, de Mauro Lima, e Alemão, de José Eduardo Belmonte. A TV aberta é um ótimo veículo para este gênero, pois comporta tanto a dramaturgia pura quanto o jornalismo. O mix é um formato que se comunica muito bem com os telespectadores, que não estranham essa terceira linguagem que nasce da fusão da dramaturgia com o documentário".
Estrelada por José Loreto, a minissérie retrata a origem humilde do lutador, na periferia de Manaus, e sua ida para o Rio de Janeiro em busca de uma chance na academia de Jiu-Jitsu de Dedé Pederneiras (Milhem Cortaz), atual treinador do atleta. Do primeiro amistoso no Macapá às inesquecíveis vitórias por nocaute, mostra como o brasileiro José Aldo se tornou o primeiro campeão dos Peso Pena do Ultimate Fighting Championship (UFC).  "Aldo é um super-vencedor. É o melhor lutador de todas as categorias, melhor atleta no segmento, o mais completo. Tem uma origem que dificultava em tudo a sua evolução. Era conflito em casa, familiar, de renda... Venceu, apesar de todas as dificuldades. E mantém a humildade e o pé no chão", fala Loreto.



Interpretar José Aldo exigiu do ator muita dedicação. Além de adotar uma dieta saudável e emagrecer cinco quilos, aprendeu diversas lutas, treinando inclusive com o próprio Aldo. “O maior desafio deste papel talvez tenha sido fazer um personagem fisicamente muito diferente de mim, além de ser uma pessoa ainda viva e mais jovem que eu. Conhecê-lo me ajudou muito, pois meu principal objetivo na construção do personagem era procurar a essência daquele ser humano. Queria saber quem era o Aldo de verdade, não só o lutador que aparece para todo mundo. Queria saber o que o motivava. Acabamos virando amigos e minha admiração por ele só aumentou”, garante.
Durante toda a história, a relação com o pai, Seu José (Jackson Antunes), é destacada. “Tivemos cenas emocionantes. Representar a relação pai-filho no longa foi sofrido, dolorido. Uma história de superação e ao mesmo tempo arrebatadora”, pontua Jackson Antunes, que dá vida ao pai de Aldo. “A relação com o pai, turbulenta por conta dos problemas com o alcoolismo, é o que mais me emociona na história de Aldo. Mesmo nos seus momentos mais nefastos, ele não perde a ternura pelo pai. Na versão da minissérie, além das cenas do filme, vamos ver o Aldo real falando de forma pungente sobre essa relação”, conta George Moura. “É de certa forma uma história sobre perdão, retratando o problema que ele tem com o pai. Ao mesmo tempo um incentivador e um vilão”, diz Afonso Poyart. No elenco, está ainda Cleo Pires, que vive a esposa de Aldo, Vivianne. Dividida em quatro episódio, Aldo - Mais Forte Que o Mundo vai ao ar após A Lei do Amor.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Remake da minissérie Raízes estreia na tela da Globo



No final dos anos 1970, duas minisséries me marcaram fortemente: Raízes, de 1977, e Holocausto, de 1978. Eu era garoto e a forma nua e crua como abordaram a escravidão e o extermínio de judeus pelos nazistas - respectivamente - causaram um impacto que nunca esqueci. Pois a primeira ganhou este ano um remake, já exibido no Brasil pelo History Channel, mas que chega à tela da Globo a partir da terça 3.E não vou perder de jeito nenhum!
Baseada no livro homônimo de Alex Haley, Raízes faz um retrato histórico da escravidão nos Estados Unidos através da saga de uma família que luta para sobreviver, resistir e continuar seu legado, enfrentando dificuldades abissais e muita crueldade. A história começa em 1750, quando Kunta Kinte (Malachi Kirky), jovem guerreiro de uma tribo africana, é capturado por caçadores de escravos e levado em condições desumanas para os Estados Unidos. Ele é comprado pelo fazendeiro John Waller (James Purefoy) e recebe um novo nome: Toby. Após várias tentativas de fuga, passa anos vivendo os maus tratos, castigos e sofrimento de uma sociedade escravocrata e racista.
Kunta se apaixona por outra escrava e juntos têm uma filha, Kizzy (Anika Noni Rose), que leva consigo as tradições de seu pai e mantém o orgulho e o espírito guerreiro da família. A história acompanha a vida da filha, do neto e do bisneto de Kunta, a luta pela liberdade da família, e passa pelas mudanças políticas e sociais até chegar ao fim da escravidão. A história de Kunta Kinte faz eco na de milhões de norte-americanos de origem africana e revelam poderosas verdades sobre a resistência universal do espírito humano.
Rodada na África do Sul e New Orleans, a superprodução tem um sublime trabalho de fotografia, de edição, de montagem e de roteiro. Trata de forma visceral todo o processo de escravidão nos Estados Unidos. O remake recebeu seis indicações ao Emmy, inclusive o de melhor minissérie. No elenco, astros premiadíssimos como Laurence Fishburne (Alex Haley); Forrest Whitaker (Fiddler, um escravo que tenta ajudar Kunta Kinte); Anna Paquin (Nancy Holt, a esposa de um oficial confederado), e Jonathan Rhys Meyers (Tom Lea, um senhor de escravos).
A Globo exibe a minissérie Raízes de terça a sexta, sempre às 23h. Na primeira semana, a obra vai ao ar depois de Aldo – Mais Forte Que o Mundo; na segunda, na sequência de Dois Irmãos. Recomendo!

Confira o quem é quem:



Kunta Kinte (Malachi Kirky) – Aparece nos episódios 1, 2 e 4 – Kunta Kinte, “o Africano”, membro do respeitado clã Kinte, do povo mandingo da Gâmbia. Um guerreiro educado, inteligente, hábil, forte, resistente e orgulhoso; um jovem de imensa coragem e grande força espiritual – traços que lhe dão firmeza quando é capturado por traficantes de escravos britânicos. Kunta nunca desiste de seu sonho de voltar a sua aterra natal, nem deixa de incitar os escravos nascidos nos Estados Unidos a lutarem por sua liberdade.

Silla Ba Dibba (Derek Luke) – Aparece no episódio 2 – Um poderoso guerreiro mandingo, com as marcas das batalhas em seu corpo, altamente capacitado para o combate e que ajuda a treinar os jovens guerreiros. É um ícone para os jovens de Juffurey e uma inspiração para Kunta quando ambos são capturados e vendidos aos comerciantes de escravos ingleses.

Belle (Emayatzy Corinealdi) – Aparece no episódio 2 – A esposa de Kunta Kinte – nascida nos Estados Unidos – tem sido há muito tempo a cozinheira e ama de casa preferida do doutor William Waller. Esta mulher dá a Kunta uma razão para viver e deixar de fugir. É a mãe da única filha de Kunta, a Kizzy. No entanto, Belle também vive com seu próprio segredo: seus dois filhos bebês foram vendidos e separados dela quando era muito jovem, antes de se casar com Kunta Kinte.

Kizzy (Anika Noni Rose) – Aparece no episódio 3 – A amada e inteligente filha única de Kunta Kinte e Belle mantém vivo seu orgulho familiar e o espirito guerreiro. Seu pai a treinou para ser uma guerreira e ela sempre lembra todas as histórias que ele lhe contou sobre a África. Missy, a filha de seu amo, a ensina a ler e escrever. Depois de ser violentada por seu amo, Kizzy dá à luz a seu único filho, George, o único neto de Kunta Kinte. Ela passa ao filho desde criança os sonhos e os ensinamentos que recebeu de seu pai. A jovem Kizzy (15 anos) aparece no episódio 2, interpretada por Lee E’myri Crutchfield.

Chicken George (Regè-Jean Page) – Aparece nos episódios 3 e 4 – Ele é o inteligente, histriônico e habilidoso filho de Kizzy. Este jovem elegante atrai naturalmente as pessoas e sabe como cativar uma multidão somente contando uma história, até sua sorte o abandonar. Chicken George mantém as tradições ancestrais de sua família até que seu verdadeiro pai e proprietário de escravos, Tom Lea, o entrega como pagamento de uma dívida, por uma aposta perdida.

Matilda (Erica Tazel) – Aparece nos episódios 3 e 4 – Filha de um pregador religioso, alfabetizada, modesta e também religiosa. Matilda se deixa levar pelo encanto e as atenções de Chicken George, sendo a única mulher que consegue amansá-lo. Pouco depois, se torna sua esposa e mãe de seus oito filhos.



Tom (Sedale Threatt Jr.) – Aparece no episódio 4 – Ffilho mais novo de George e Matilda. Ao contrario dos modos perdulários, preguiçosos e donjuanescos de seu pai, Tom reage simplesmente ocultando suas emoções. Jovem calado e bonito, Tom acredita que somente por meio do trabalho duro como ferreiro poderá sobreviver à escravidão. As histórias que conhece de seu bisavô, Kunta Kinte, ressoam em seu interior como parábolas sobre esforço e perseverança. Ao se dar conta que não pode proteger sua esposa e família somente mantendo a cabeça baixa, começa a tomar outras ações e o guerreiro que há nele surge durante a Guerra Civil.

Alex Haley (Laurence Fishburne) – Aparece no episódio 4 – O autor do romance Roots: Tha Saga of an American Family.

Fiddler (Forest Whitaker) – Aparece nos episódios 1, 2 e 4 – Um músico escravo vindo da cidade, a quem a família Waller designou a estar presente em todas as plantações. Fiddler tem manipulado seus hábitos para adaptá-los ao que considera ser uma vida confortável. Este tagarela violinista é amigo fiel de Kunta: o guia, o aconselha, mas também aprende muito com ele.

John Waller (James Purefoy) – Aparece nos episódios 2 e 3 – Proprietário esbanjador de uma plantação de tabaco na Virgínia, que compra Kunta Kinte quando ele chega aos Estados Unidos. Alcoólatra, atormentado por dívidas, fanfarrão e, na realidade, mais negligente do que má pessoa, este colono inglês não conseguiria manter sua fazenda em funcionamento se não fossem os empréstimos secretos que recebe de seu irmão.




Dr. William Waller (Matthew Goode) – Aparece nos episódios 2 e 3 – Ele é o educado, encantador, e mais refinado e bem-sucedido irmão mais novo de John Waller. William tem uma forma mais branda de tratar seus escravos, enquanto certamente é um crente na escravidão.

Missy Waller (G. Hannelius) – Aparece no episódio 2 – a filha de John Waller e Melhor amiga de Kizzy… até que a trai.

Tom Lea (Jonatha Rhys Meyers) – Aparece nos episódios 2, 3 e 4 – Um agricultor pobre de ascendência irlandesa, vindo da região pobre e montanhosa da Carolina. Um homem covarde, que aspira a uma vida de riqueza, em alguns momentos muito divertido, mas sempre suspeito e incapaz de superar a inveja que sente daqueles que estão em melhor posição. Compra Kizzy aos 15 anos de idade e a violenta, o que resulta no nascimento de seu filho George, a quem acolhe e ensina tudo sobre as brigas de galos. Tom enfrenta uma terrível luta interior, pois é um grande tormento ser dono de um escravo que na realidade é seu filho.

Mingo (Chad L. Coleman) – Aparece no episódio 3 – Um escravo e treinador de galos muito sério e de grande sensatez. Trabalha para Tom Lea, sendo quem mantém forte a plantação. Mingo e Chicken George firmam uma grande amizade e desenvolvem um vínculo como se fossem pai e filho.

Cyrus (Tip “Ti” Harris) – aparece no episódio 4 – Um escravo bem teimoso que se une ao Exército da União contra as Forças Confederadas para lutar por sua liberdade. Torna-se amigo e ajuda Chicken George.

Jerusalem (Mekhi Phifer) – Aparece no episódio 4 – Um escravo mudo que trabalha na plantação Murray, mas que não é o que aparenta ser.

Nancy Holt (Anna Paquin) – Aparece no episódio 4 – Uma jovem protestante comprometida com o oficial confederado Frederick Murray; ela tem seu próprio jeito quando se trata do tratamento dos escravos.

Frederick Murray (Lane Garrison) – Aparece no episódio 4 – Ele é o filho racista de Benjamin Murray. Um jovem partidário do movimento secessionista do Sul, impiedoso e às vezes sentimental, que trata os escravos de sua fazenda com extrema violência. Está comprometido com Nancy Holt.


domingo, 1 de janeiro de 2017

Recado do Jorge: 2017 será um lindo ano!






"Amanhã! 

Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar!"
Inspirado pelo clássico Amanhã, de Guilherme Arantes, tema da trilha sonora da novela Dancin´Days (1978), é assim que espero que seja o nosso amanhã, em 2017: lotado de loucas alegrias.
Que as lágrimas de inevitáveis tristezas não afoguem nossa vontade de sorrir principalmente, de nós mesmos. Apesar de tantos problemas que tivemos em 2016, as pessoas se levaram a sério demais, o que gerou tantas brigas e desavenças.
Quando a gente perde a capacidade de enfrentar com positividade até nossas piores mazelas, tudo fica ainda mais caótico. 
Vamos entrar nesse ano do Galo (segundo o Horóscopo Chinês), regido por Saturno (de acordo com o Horóscopo tradicional), Ogum, Oxosse e Oxum (como aponta o Jogo de Búzios do babalorixá Walter D´Oxoguiã), cheio de vontade de trabalhar, se divertir, amar e . Porque, só assim, o amanhã será mesmo um lindo dia!